August 2011
“Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. De alterar o trajeto para apressar encontros. Medo de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Você tem medo de se apaixonar. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo de que ele não precise de você. Medo de que não queira reparti-lo com mais ninguém. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir.”
—Fabrício Carpinejar. (via windsworld)
July 2011
“O contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.”
—Martha Medeiros.
“- (…) E o amor é sempre complicado. Mas, mesmo assim, os seres humanos precisam se amar, querida. A gente precisa ter o coração partido algumas vezes. Isso é um bom sinal, ter o coração partido. Quer dizer que a gente tentou alguma coisa.
- Meu coração se partiu com tanta força da última vez – falei – que ainda está doendo. Não é uma loucura? Ainda estar com o coração partido quase dois anos depois do fim de uma história de amor?
- Querida, sou do sul do Brasil. Sou capaz de ficar com o coração partido durante dez anos por causa de um mulher que nem cheguei a beijar.” —(Elizabeth Gilbert in “Comer, Rezar, Amar”)
- Meu coração se partiu com tanta força da última vez – falei – que ainda está doendo. Não é uma loucura? Ainda estar com o coração partido quase dois anos depois do fim de uma história de amor?
- Querida, sou do sul do Brasil. Sou capaz de ficar com o coração partido durante dez anos por causa de um mulher que nem cheguei a beijar.” —(Elizabeth Gilbert in “Comer, Rezar, Amar”)
“… A senhora me desculpe, mas no momento não tenho muita certeza. Quer dizer, eu sei quem eu era quando acordei hoje de manhã, mas já mudei uma porção de vezes desde que isso aconteceu. (…) Receio que não possa me explicar, Dona Lagarta, porque é justamente aí que está o problema. Posso explicar uma porção de coisas mas não posso explicar a mim mesma…”
—Alice No País Das Maravilhas
“Mostra uma arte verdadeira, sem ensaios e apresentações semestrais.”
—Verônica H.
“Quando penso em você, não posso deixar de sorrir, sabendo que você me completa.”
—Querido John
“Quando olho para o meu passado, encontro uma mulher bem parecida comigo – por acaso, eu mesma – porém essa mulher sabia menos, conhecia menos lugares, menos emoções.”
—Martha Medeiros
“Você me diz que é lindo ter os olhos azuis, eu te digo o quanto é bom ter os olhos vermelhos.
Você me diz que é bonito ter os cabelos lisos, eu te digo que é minha religião ter os cabelos embaraçados.
Você me diz que fumar cigarro te da uma boa aparência, eu te digo que uma simples planta faz toda minha cabeça” —
Você me diz que é bonito ter os cabelos lisos, eu te digo que é minha religião ter os cabelos embaraçados.
Você me diz que fumar cigarro te da uma boa aparência, eu te digo que uma simples planta faz toda minha cabeça” —
“Ai do acaso, se não ficar do meu lado.”
—Paulo Leminski. (via infinito-particular)
“Teu sorriso quente, inebria, entontece.”
—Elis Regina. (via hiperbole)